sexta-feira, 10 de setembro de 2010

FORÇA INTERIOR!



"Tudo na vida é uma questão de atitude

que temos diante das coisas, e não das próprias
coisas em si mesmas.

Eu tenho sempre a possibilidade de descobrir

a origem de um problema, ou escolher aumenta-lo de
tal maneira, que termino sem saber onde ele começou,
qual a sua dimensão, como pode afetar minha existência,
e como é capaz de me afastar das pessoas que antes amava."

(Paulo Coelho)








Enfrentando o Medo!

Descobrir nosso potencial para enfrentar situações difíceis é um processo doloroso, mas a experiência e a observação demonstram ser este o único caminho para o verdadeiro autoconhecimento.

Por isso todos os tropeços e quedas são importantes, todas as alegrias e dores devem ser vividas plenamente como fonte de experiência e aprendizagem.

O medo aprisiona a alma. Nos casos ordinários, a reflexão é falha; nestes, a inteligência está ausente.

Eis porque, entre as mais diversas formas do medo, não há outra mais desastrosa, mais incoercível que o medo pânico. O caminho pelo qual as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a mente e o coração. Cuidar para que ambos fiquem resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, e fugir das conversas negativas, maldosas e depressivas, é uma forma de preservar nossa saúde mental, física e espiritual.








Uma grande alma distingue-se por desprezar a grandeza,
e por preferir a justa medida aos excessos,
já que a primeira se limita ao que é útil e indispensável à vida,
enquanto os últimos se tornam nocivos pelo próprio fato de serem supérfluos.


É assim que a fertilidade excessiva prejudica as searas,
os colmos partem-se com o peso e a demasiada abundância
de grão não chega a amadurecer. O mesmo ocorre com
as almas corroídas por um bem estar desmesurado,
do qual usam em prejuízo não só dos outros como de si próprias.


Nenhum inimigo inflingiu a alguém golpes tão duros
como aqueles que certas pessoas sofrem ocasionados
pelos próprios prazeres. Só uma coisa pode desculpar a imoderação,
a louca voluptuosidade de tal gente:
é que sofrem a consequência dos seus atos.


Não é sem razão, aliás, que uma tal loucura
se apodera delas: o desejo de ultrapassar os limites naturais
descamba necessariamente na desmesura.


A necessidade natural tem o seu termo próprio,
enquanto as necessidades artificiais derivadas do prazer
nunca conhecem limitações.


A utilidade serve de medida ao que é indispensável;
mas por que padrão aferir o que é supérfluo?


Por conseguinte, muitos afundam-se em prazeres
sem os quais, uma vez transformados em hábito,
já não podem passar; são estes os mais deploráveis de todos,
pois se deixaram chegar a um ponto tal
em que se lhes tornou indispensável uma coisa
que começou por ser apenas supérflua.


Em vez de os desfrutar, tornam-se escravos do prazer;
e, para cúmulo da desgraça, acabam por amar aquilo mesmo
que os torna desgraçados.


Atinge-se assim o cume da infelicidade:
a degradação torna-se, de prazer, em condição natural;
quando os vícios se transformam em hábito
deixa de ser possível a aplicação de qualquer remédio.

Sêneca, in ‘Cartas a Lucílio’




 A vida tem duas faces:

Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.  

(Cora Coralina)
 
 

 

O modo de ver as coisas...

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse.

        - Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

        - Ruim - disse o aprendiz.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse noutra mão cheia de sal e a levasse a um lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem atirou o sal para o lago. Então, o velho Mestre disse:

       - Bebe um pouco dessa água.

Enquanto a água escorria pelo queixo do jovem, o Mestre perguntou:

       - Qual é o gosto?

       - Bom! - disse o rapaz.

       - Agora sentes o gosto do sal? - perguntou o Mestre.

       - Não - disse o jovem.

Em seguida, o Mestre sentou-se ao lado do jovem, pegou-lhe na mão e disse:

       - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos.

Então, quando tu sentires dor, a única coisa que deves fazer é aumentar o sentido das coisas.

       -Deixe de ser um copo. Torne-se um lago…

 

Acima de tudo, a espiritualidade é nossa fortaleza, nossa companheira, fonte da fé, mola precursora de nossa razão deser, É importante cultivá-la, alimentá-la, leia, medite... Acredite!



 Senhor,

Obrigada por este novo dia

que chega tão lindo

com o sol anunciando

novos sonhos, esperanças !



Obrigada por dar-me saúde

para que eu possa seguir…

na estrada da paz, luz e amor

que são a minha sustentação !



Obrigada por ter-me dado bom senso

em todos os momentos de minha vida

para que tivesse tempo de refletir

e , somente depois, decidir-me !!!



Obrigada pela minha extrema sensibilidade

que faz com que eu sinta a energia, alegria,

tristeza, dor… das pessoas ao meu redor

e jamais desrespeite seus sentimentos !



Obrigada pelos meus olhos que brilham

como estrelinhas de tão encantados

por verem além e tudo colorido

na expectativa sempre do melhor !



Obrigada por tudo que me proporciona

e me deixa encantada com a vida,

emocionada com o carinho dos amigos

e o amor que tenho por minha família !



Obrigada , Senhor !


Bons sonhos!
 















Nenhum comentário: