domingo, 23 de setembro de 2012

Honestidade



 Eu não desejo nada esta noite, somente estou tão cansada
Cansada de ver a destruição pela espada dos que não podem ser vencida por argumentos
Eu só preciso de esperança na honestidade humana e como A. Lincoln acreditar que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas que, por cada vilão há um herói, que por cada egoísta, há também um líder dedicado,...
Mas eu não desejo nada nesta noite de calores, odores e vaga lumes, a não ser paz em Pérola D’Oeste.
Talvez, talvez...
Ver a compreensão de que mais vale uma moeda ganha que uma moeda “conseguida”, que é triste perder, mas também é louvável saber gozar justamente da vitória, afaste-se da inveja e da má influência, do ódio sem sentido. Respeite seus irmãos mesmo que a verdade deles não seja a sua.
Gostaria de me sentir inteira...
Gostaria de me sentir Perolatense...
Fazendo lembrar a sabedoria do mestre... Não se acumula tesouros materiais na alma, somente bonança e que ninguém, ninguém sai vivo da vida!
Karla Braganholo Bremm






Triste momento Perolatense. Abandonar o livre arbítrio e Voltar a discutir... De novo se ofender... Se dividir.
Vejo com tristeza esta luta absurda e sem limites para um simples cargo.
Novamente histeria, gritos, ofensas e empurrões...
Lá estão eles, candidatos divididos, todos alinhados na linha de partida, outros escondidos em posições dúbias não sabendo se são candidatos ou figuras de suporte.
Como as peças de um dominó apenas esperando de fora
Às vezes, apenas uma sugestão de um sorriso, com as dobras para baixo, um beicinho, provoca uma onda de violência.
Às vezes você só precisa de uma palavra, uma nota, um ruído
E pronto já é motivo para ir para a guerra que aguardam ansiosamente
O início da corrida...
Qual seria a primeira vez? Quando será a última vez...
Corrida louca para uma vitória sem louvor se baseada nas lágrimas ou no sangue
Antigos e respeitáveis cidadãos secam as lágrimas, com tantas mentiras e versões fraudulentas.
Agora, sem qualquer sabor ou gosto,
Velhos irmãos nem se falam, pois a vida tem se feito ácida.
Tantos querem fazer papel de bobo em manter histórias por um orgulho vazio.
Como faz na esteira de um caracol sem saída...
Porque a mentira e a falsidade nunca são canceladas
O presente é vilão e não tem tempo de benesse...
A vida mais longa chega ao fim
E em sua corrida para baixo a ignorância gosta de tudo o que toca...
É coma tempestade que surge à hora de levantar os olhos para os céus
E você que está encharcado de chuva... Mais cedo ou mais tarde busque abrigo na verdade de sua consciência.
Karla Braganholo Bremm
















Como gostaria de permanece inocente, com a credibilidade de uma criança, acreditar na honestidade e esperar um futuro melhor. E tristemente mais uma vez, a covardia usando como arma a confiança dos incautos, faz surgir à inimizade e o desencanto. Tornou-se triste ver a verdade como refém da escuridão, pela ignorância e a falsa ilusão na crença de pessoas sem caráter que não suportam a luz e, em minha doce resistência eu acompanho a derrocada e espero que tal qual um girassol persigamos o sol, todos possam encontrar a luz da verdade, de braços abertos. Que possamos depor as armas mesmo sabendo que alguns carregam em sua teimosa derrocada debaixo de suas asas uma espada oculta. Que as feridas desta lutam não me oprima e não tragam saudade e me sepultem na paz e na harmonia do trabalho!









domingo, 9 de setembro de 2012

A minhas amigas...




"Um destes dias, “saltou-me“ um livro para as mãos, cujo autor dizia num tom pouco amistoso e desconfiado, que “… já não se percebe nada disto, estamos mesmo a viver relações invulgares…”
Sorri.
Engraçado como me parece que de uma ou de outra forma todos nós estamos a sentir, com mais ou menos agrado, com mais ou menos intensidade estas mudanças “estruturais” com que a vida nos está a confrontar.
Este é um tempo de reposição de verdade.
Um tempo onde o coração dos homens tem de se sobrepor à sua mente, um tempo de autenticidade, de desapego de velhos e obsoletos paradigmas, um tempo onde, claro está, qualquer “ vulgaridade” tem os dias contados.
As relações não fogem à “regra” até porque elas, (como não me canso de afirmar), são um excelente veículo de autoconhecimento e de transformação pessoal.
Estamos a ser convidados a viver relações de parceria espiritual, verdadeiras e genuínas, baseadas na verdade, na confiança e na transparência.
Talvez esta seja uma parte da “ invulgaridade”, pois o que mais se vê por aí, são relações baseadas no medo, na posse, no apego, no “fingir-que-se-está”, na indiferença e na mentira. Proíbe-se em nome do amor, exige-se em nome do amor, bate-se em nome do amor, interroga-se em nome do amor, sem nunca se chegar a perceber o que é realmente o verdadeiro amor.
Precisamos aprender que o amor não condiciona, liberta.
Não reduz, amplia.
Precisamos viver parcerias livres e genuínas, onde se aceite desafiar as partes receosas das nossas personalidades com verdade e transparência. Precisamos deixar para trás crenças sobre príncipes e princesas que foram felizes para sempre.
Precisamos aceitar a “invulgaridade” dos tempos para repor a verdade.
Aprender que desapego não é indiferença, liberdade não é libertinagem, monogamia é vocação e não dever, semelhanças não são afinidades, e que o único compromisso que devíamos ter com o outro é o compromisso com a verdade.

Acredito que ao "vulgarizarmos" esta " invulgaridade" seremos pessoas mais sãs e muito, mas muito mais felizes !!!"


Cristina Leal