quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

E então é Natal!




Natal é uma festa da família, do amor. Por ser pura energia, o amor é um mistério. Não é possível controlá-lo, planejá-lo, escondê-lo, e muito menos represá-lo. Não precisamos procurá-lo, pois ele acontece de maneira natural. É um erro querer ignorá-lo; Maior ainda sufocá-lo quando brota espontâneo das profundezas de nossos mais incógnitos instintos. Por isso, recomendo: Não se leve demasiadamente a sério. Descubra-se e se renove a cada momento. Vale à pena aventurar-se fora do casulo para sentir-se parte de algo maior. Não desperdice seu único e precioso tempo imaginando o que outros irão pensar ao seu respeito. Viva sua vida com a plenitude do amor e tenha um feliz Natal!



A Árvore de Natal e o Presépio


Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.


O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As Músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.



O Papai Noel : origem e tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.



A roupa do Papai Noel 

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.


Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países

- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).


O Meu Natal – Lucas 2:1-20
“E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” – Lucas 2:10-11.




sexta-feira, 14 de dezembro de 2012





“O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica”.
(Norman Vincent)




Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.

Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo.
Era um barqueiro.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.
O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo.
Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras.
Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.

Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força.
O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava.
Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor.
Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.

Então o barqueiro disse ao viajante:

- Este barco pode ser chamado de autoconfiança.
E a margem é a meta que desejamos atingir.

“Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade agir e acreditar."
Desconheço o autor




"Provavelmente não existe privacidade que pode competir com dois looks que são encontrados com firmeza e decisão, e simplesmente se recusam a deixar ir. (A Menina das Laranjas, de Jostein Gaarder).





Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Seja um arbusto no vale, mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Seja um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Seja apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas seja o melhor no que quer que sejas.

Pablo Neruda







terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Visão de Mundo




A princípio, não bastaria ter saúde dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde,
ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos
para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica
e uma temporada num SPA cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor...
Não basta termos alguém com quem podemos conversar dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados,queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados,queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo,queremos sexo selvagem e diário,queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade.Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais,feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.Dinheiro é uma bênção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,buscando coisas que saiam de graça,como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas,trabalhar sem almejar o estrelato,amar sem almejar o eterno.Olhe para o relógio: hora de acordar.É importante pensar-se ao extremo,buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.

Se a meta está alta demais, reduza-a.Se você não está de acordo com as regras, demita-se.Invente seu próprio jogo.Faça o que for necessário para ser feliz.Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples,você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.Ela transmite paz e não sentimentos fortes,que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não  felicidade.
Mário Quintana



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Nostalgia





Eu não fico triste quando chove, porque o seu ritmo nos telhados e no asfalto me relaxa, amo a chuva, quando cai e lava-me a limpar minhas memórias ruins, enchendo meu coração com amor, tudo desliza do meu corpo, sujeira e tristeza do meu sofrimento, me sinto limpa, fresca e harmoniosa, cai sobre mim, ela cai no mundo, recai sobre o beijo de duas pessoas que se amam, caindo sobre a guerra, acompanhando suas vítimas no paraíso, banha pensamentos daqueles que espera que pensa que queria lutar na chuva é inspiração para um músico, um designer, um fotógrafo e poeta às vezes me confortam quando eu chorar, porque eu não me sinto sozinha, e podemos chorar em dois, eu é a minha cidade, que lava as almas das casas com suas lágrimas, isso é amor, isso é a chuva, que canta e toca, criando uma música maravilhosa!
(Inspirado na Chuva canção de amor, produzido por Ivan Ejay Lac)











Quando você ama realmente não é preciso muito para sonhar. Você quer acordar de manhã e ver o seu descanso, para ter certeza de que não quer ir. Quando você ama de verdade, não apenas o futuro que você quer apenas ter-lhe que vale mais do que ouro negro. Você quer acordar de manhã, respirar seu travesseiro, olhar fixo no teto plano de dizer que tudo é verdade, é verdade ... [Black Gold - Otto Ohm ]





As coincidências são, por vezes, sinais misteriosos da vida para a qual devemos atentar e acreditar. Tudo pode estar ali...virando uma esquina.( e segundo Molder: "A verdade está lá fora")



Os laços mais profundos não são feitos nem nem de cordas,
nem de nós, mas ninguém os desmancha.
(Lao-Tsé)



- Eu choro por Narciso, disse  o lago.
- não é nenhuma surpresa que você chore por Narciso. Eles acrescentaram. - Na verdade, o tempo todo nós sempre perseguimos pelo bosque, você era o único ser capaz de contemplar a sua beleza de perto.
- Mas Narciso era belo? . perguntou o lago.
- Quem melhor do que você poderia saber?  Disseram  surpresas as ninfas. - No final, foi em seus... bancos que Narciso se apoiou todos os dias.
O lago ficou em silêncio por um tempo. Finalmente ele disse:
- Eu choro por Narciso, mas eu nunca percebi que era. Eu choro por Narciso porque, todas as vezes que ele iria mentir sobre meus lados, eu podia ver refletido no fundo dos seus olhos minha beleza. Oscar Wilde - A lenda de Narciso em O Alquimista.



Eles vieram dos mais distantes extremos da vida, como mariposas atraídas pela luz. Isso é maravilhoso, pensar que nunca erram...
Se não dos pés à cabeça através do universo, e ainda assim... ainda tinham de tentar, isso é incrível ... e tudo foi difícil reconhecer, reconhecer ... algo de um momento ... o primeiro olhar e já sabia, isso é maravilhoso ... Porque ninguém pode esquecer que você nunca está longe o suficiente para ser, nunca o suficiente para ser ... Assim foram os dois, muito mais do que qualquer outra pessoa ... Trecho inspirado em© Alessandro Baricco, Oceano Mar (1993)


Monólogo de Cyrano

Mas quando eu estou sozinho com esse nariz de pé
por pelo menos meia hora sempre me precede
a minha raiva e me lembro com dor
que eu tenho quase proibido o sonho de um amor,
eu não sei o quanto eu amo, eu não sei o quanto eu tive,
por causa do destino ou as mulheres que eu perdi
e quando eu sentir o peso de "sempre estar sozinho
e eu me trancar em casa e me consolar em escrever e escrever,
mas por dentro eu sinto que há um grande amor,
amor sem pecado, amo você, mas estou triste
porque Rossana é bonito, nós somos tão diferentes,
eu não posso falar com ela: Vou falar com os versos, vou falar com os versos ...


E para pensar um pouco sobre as loucuras e desatinos...escutem...



Namastê






terça-feira, 6 de novembro de 2012



Não vá...
Fique aqui aconchegados um no outro.
Me conte tudo, sobre viagens, magias e encantos
Não me perca, ma complete e então nosso mundo será eterno



As primeira e última páginas de um livro segundo  Francesco Piccolo...
 Momentos de felicidade insignificante...
.


      


  ... Deus é tão lindo, sinto uma enorme vontade de rir, caramba como é bonito de tudo, tudo, até a última migalha de material esmagado até a terra, até a última partícula de poeira que para nós parece tão insignificante e que constrói o universo, sem saber por que, sem saber de tudo só sei que é verdade,  tudo nesta vida é muito bom, pois cumpre um propósito. Absurdo ou não ? Deus está aqui neste momento!



“Enquanto parte de mim se porta como herói, a outra não sabe o que faz. Metade age com sabedoria; a outra como tola se revela. Uma, parece segura; a outra é a própria incerteza. Assim, viajando em meio ao caos, me perco entre mundos que não conheço, flutuando ao sabor do imponderável, sem me dar conta de que a realidade que percebo não passa de mera abstração, a gerar as mais esdrúxulas expectativas”. (‘O Mentor Virtual II – O Elo Invisível – Campinas-SP – Livro em Gestação). 


Foto Zécarlos-Blog Cenas Soltas

Estou em um daqueles dias
em que as somas não batem.
 O coração parece entender
para dar lugar às lágrimas.
a alma torna-se poeira divagando pelo espaço sideral
se transformou em lama
por muito sal derramado. O sol não é suficiente para aquecer, a dor é um manto acolhedor passará para minar a alma que respira com dificuldade,  muito pesado para carregar para suportar. As palavras às vezes não consolam, não servem para confundir, para atordoar e fingir ter calculado mal de volta amanhã, talvez eu encontrar o "déficit”. Então fico nas pontinhas dos pés e tento ver o mundo por um prisma diferente...afinal amanhã é outro dia!




domingo, 4 de novembro de 2012

Pensamentos do dia...







A esperança é feito um sonho acordado...



A espera se constrói de espirros e susuros
Amordaçados na ilusão da felicidade.




Guarda fielmente o que não te pertence poi o dono é ciumento e um dia te cobrará  o que fizestes com  os teus sentimentos.




Que caminho é esse...
Compostela, Valhala...
Só importa buscar o berço das estrelas errantes.



Geminadas qual soldados no tempo,
estáticas e tão diferentes.
Concretas, pétreas mas vagamente conscientes
de que o tempo vaga num infinito mas de continuidade.



Como vaga-lume busco o lusco-fusco
encontro o sopro da fantasia no mormaço do impossível.


Alegremente escolhe um palito e reza para ser aquele que por magia ascende a felicidade!




Se pudesse soltar todas as amarras da infância encontraria um adulto íntegro e feliz!



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Al Di La



Depois de alguns dias sem atualizar, eis que ressurjo das cinzas e resolvo entrar aqui. Estive ausente por alguns motivos, não considerados fortes isoladamente, mas que pesaram quando tratados como um todo. Mas tem algo que não posso negar e vos digo: que saudades de escrever, que saudades desse blog!


Não é por simples acaso que a vida nos apresenta situações de riscos, sejam eles no sentido sentimental, profissional, educacional e social. Ela exige que cresçamos com as inúmeras e diversas ocasiões pelas quais iremos passar. Não acredito no acaso, talvez seja por isso que vejo a necessidade de sempre estar fazendo uma releitura das minhas vivências. Percebo então como são preciosas as lições aprendidas. Quantas vezes silenciei e vi que com a falta de palavras fui entendida além do que esperava. Quantas vezes no mesmo silêncio obtive resultados... foram muitas, muitas vezes em que ao calar me fiz ser ouvida...
Não acredito em acaso! Conheci quem tinha que conhecer, continua conhecendo e passei pelo que tive de passar... Até que se chegue o último dia, a vida terá sido, silêncio, conhecimento... Vida!



"Você e eu aqui, somos feitos de átomos, sentados nessa pedra redonda
com centro de ferro líquido, presa por uma força que causa tantos
problemas chamada gravidade, com todos os planetas girando ao redor
do Sol a 108.000 Km/h e viajando pela Via Láctea a 966.000Km/h
em um Universo que pode estar perseguindo seu próprio rabo
à velocidade luz.
Em meio a toda essa atividade frenética, estamos cientes de nosso próprio
e iminente fim, que é um modo bonito de dizer que todos sabemos que vamos
morrer e tentamos ajudar uns aos outros.
Às vezes por vaidade, às vezes por motivos que você ainda não tem idade
para entender, mas às vezes nos ajudamos sem esperar nada em troca.
Não é estranho?
Não é esquisito?
Não é esquisito o bastante?"


(The Martian Child Movie, 2007)



ISMÁLIA


Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...


Alphonsus de Guimaraens







domingo, 23 de setembro de 2012

Honestidade



 Eu não desejo nada esta noite, somente estou tão cansada
Cansada de ver a destruição pela espada dos que não podem ser vencida por argumentos
Eu só preciso de esperança na honestidade humana e como A. Lincoln acreditar que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas que, por cada vilão há um herói, que por cada egoísta, há também um líder dedicado,...
Mas eu não desejo nada nesta noite de calores, odores e vaga lumes, a não ser paz em Pérola D’Oeste.
Talvez, talvez...
Ver a compreensão de que mais vale uma moeda ganha que uma moeda “conseguida”, que é triste perder, mas também é louvável saber gozar justamente da vitória, afaste-se da inveja e da má influência, do ódio sem sentido. Respeite seus irmãos mesmo que a verdade deles não seja a sua.
Gostaria de me sentir inteira...
Gostaria de me sentir Perolatense...
Fazendo lembrar a sabedoria do mestre... Não se acumula tesouros materiais na alma, somente bonança e que ninguém, ninguém sai vivo da vida!
Karla Braganholo Bremm






Triste momento Perolatense. Abandonar o livre arbítrio e Voltar a discutir... De novo se ofender... Se dividir.
Vejo com tristeza esta luta absurda e sem limites para um simples cargo.
Novamente histeria, gritos, ofensas e empurrões...
Lá estão eles, candidatos divididos, todos alinhados na linha de partida, outros escondidos em posições dúbias não sabendo se são candidatos ou figuras de suporte.
Como as peças de um dominó apenas esperando de fora
Às vezes, apenas uma sugestão de um sorriso, com as dobras para baixo, um beicinho, provoca uma onda de violência.
Às vezes você só precisa de uma palavra, uma nota, um ruído
E pronto já é motivo para ir para a guerra que aguardam ansiosamente
O início da corrida...
Qual seria a primeira vez? Quando será a última vez...
Corrida louca para uma vitória sem louvor se baseada nas lágrimas ou no sangue
Antigos e respeitáveis cidadãos secam as lágrimas, com tantas mentiras e versões fraudulentas.
Agora, sem qualquer sabor ou gosto,
Velhos irmãos nem se falam, pois a vida tem se feito ácida.
Tantos querem fazer papel de bobo em manter histórias por um orgulho vazio.
Como faz na esteira de um caracol sem saída...
Porque a mentira e a falsidade nunca são canceladas
O presente é vilão e não tem tempo de benesse...
A vida mais longa chega ao fim
E em sua corrida para baixo a ignorância gosta de tudo o que toca...
É coma tempestade que surge à hora de levantar os olhos para os céus
E você que está encharcado de chuva... Mais cedo ou mais tarde busque abrigo na verdade de sua consciência.
Karla Braganholo Bremm
















Como gostaria de permanece inocente, com a credibilidade de uma criança, acreditar na honestidade e esperar um futuro melhor. E tristemente mais uma vez, a covardia usando como arma a confiança dos incautos, faz surgir à inimizade e o desencanto. Tornou-se triste ver a verdade como refém da escuridão, pela ignorância e a falsa ilusão na crença de pessoas sem caráter que não suportam a luz e, em minha doce resistência eu acompanho a derrocada e espero que tal qual um girassol persigamos o sol, todos possam encontrar a luz da verdade, de braços abertos. Que possamos depor as armas mesmo sabendo que alguns carregam em sua teimosa derrocada debaixo de suas asas uma espada oculta. Que as feridas desta lutam não me oprima e não tragam saudade e me sepultem na paz e na harmonia do trabalho!