quarta-feira, 28 de março de 2012

Mudanças

Porque mudar é preciso... 



A mudança é a oportunidade para encerrar situações antigas e abrir espaço para o novo. É importante ter coragem para fazer mudanças em nossas vidas, é deixar morrer ou deixar-se morrer. Morrer é como a lagarta que já aprendeu tudo sobre a vida das lagartas e então busca isolamento num casulo. Lá dentro ocorre a maravilha da renovação, ela ganha asas e então sai como borboleta. Ela sai voando por aí, embelezando o mundo com suas cores e aprendendo um monte de coisas diferentes, coisas de borboletas.
Na vida ocorrem tantas mudanças que às vezes acabamos nos perdendo no meio do caminho, Alexandra Solnado em seu livro Caminho de Luz fala sempre em mudança. Mudança de caminho, mudança de vida. Mudança de estruturas e mudança de vista. Quanto mais mudas, mais o teu olhar se vai abrindo para novos caminhos. Podes mudar de mulher, mudar de marido, mudar de emprego e até mudar de país. Mas isso de nada te adiantará se não te mudares a ti próprio como pessoa. Há gente que muda externamente a vida toda, e permanece a mesma pessoa durante todo esse tempo. O que não adiantou nada em nível de evolução.

Agora imagina uma pessoa que permanece na mesma casa 30, 40 anos, e no mesmo emprego e no mesmo casamento, o mesmo número de anos, mas que consegue não serem iguais todos os dias, que consegue reinventar-se. Consegue vivenciar cada detalhe da vida aí em baixo. Essa pessoa aparentemente não mudou nada. Por isso, antes de pensares em grandes exteriores que podem tornar-se catastróficas, pense apenas em mudar de paradigma. Mudar de ângulo de visão, e olhar as velhas e pesadas coisas como inspiração para ir mais além, mais aberto e mais livre.
Olhe para você. Vê como estás nas coisas. Como as vês. Pense com amor. Sente. Olha para todos os teus problemas pelo parâmetro desse amor. E não tenhas medo, pois na vida há uma certeza, não precisas de mudar nada, a vida muda por ti.




Somos prisioneiros 
do momento com algemas e correntes.
Atormentados pelo instante em que o velho vira novo
Em que o Amanhã suplanta o hoje.
Sem acreditar no novo
Não damos chance a mudança
que constrói e alavanca
A esperança de um povo. 


Gota a gota sorvo mais uma gota.

quanto falta com seu tato

para derramar o copo

Estilhaçar verdades que como conta gota

me apresentas agora em um só sopro.

Mil mentiras dizes ao explicar verdades.

O que é certo é o fato de que com teus atos

me roubaste a chance de  de acreditar em você.

 

 

Magda...

 

Linda e meiga mana amiga, tantos sonhos, tantos planos te procuram, te permeiam.

Escolhestes tantos caminhos muitos frutos já colhestes e outros tantos hão de vir.

Mil vezes interferi escolhendo por você, hoje já entendi que o que é bom para mim nem sempre serve pra você.

Querida Tita, linda flor, uma princesa rodeada de amor, amor de mãe, amor de irmã ora sufoca, ora aquece, mas nunca perece.

Tanto amamos que nos esquecemos que teu caminho é teu destino, com acertos, erros ou novos começos esta é tua jornada e  esta trilha se faz sozinha.

 

 

Tic-tac-tac, não gosto de esperar

sei que é belo não se apressar.

Elegante é calmamente estar 

ficar vendo o mundo girar.

Mas não posso acreditar que ficar aqui a parar

Vai me ensinar a enxergar uma nova forma de acreditar que não é perder tempo angustiante

Ficar parado a esperar.

 

 

 Imagina que bom seria se pudesses pegar toda a tua energia gerada em sofrimento e preocupação e transformá-la em criação e manifestação. Esta é a transformação que conduz a libertação! Mas, libertar este paradigma antigo de ansiedade não é fácil, e às vezes tens que sentar nessa famosa sala de espera interior e permitires que a orientação te seja apresentada enquanto aguardas chamada para atravessar a porta da tua próxima oportunidade.

 

 

Qual preço pagamos por esquecer o de outrora

Que o importante é simplesmente o necessário

que faz bem ao corpo e também a alma.

Como era simples apenas  pão, peixe e vinho

Para satisfazer a fome naquela hora.

Hoje em mesas fartas com tantas coisas não se consegue matar a  fome e ao contrário

Todos lutam tanto e se abalam

Sem encontrar o caminho

e entender que a mudança tem que ser agora!

  

Sinto falta de você minha menina

Quanto tempo me falta para ver o teu sorriso

Me perder no teu abraço  minha pequena

Conto os dias messo o tempo e me sinto em prejuízo

 Ao pensar na demora de te ter aqui agora

Oro muito, oro tanto para que escutem o meu pranto

Que minha vida se complete ao chegar a minha Nina. 

 

 

Bons Sonhos!

 

 


quinta-feira, 22 de março de 2012

Pessoas Maravilhosas




Maria, amiga lusa você é um doce, suas inquietações trazem alegria e me afagam.  “Minhas palavras voadoras”, são expressões vividas. Escrevo para lidar com algumas inquietações e indagações. Alguns choram, alguns riem, outros falam sozinhos, eu por meu lado gosto de poesia, que liberta, acalma e  acalenta minha alma. Gosto do poder da imagem e do jogo das palavras que se completam e se intercalam.




Anjo de luz que fortalece e conduz
Difícil missão recebestes
De me manter no caminho da prece
Quanto tanto do mundo distrai e seduz
Anjo de luz  guarda minha liberdade
Mas te peço com afinco me mantenha no caminho ca cruz.
 


Sempre uma coisa defronte da outra,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra,
Sempre o impossível tão estúpido como o real,
Sempre o mistério do fundo tão certo como o sono de mistério da superfície,
Sempre isto ou sempre outra coisa ou nem uma coisa nem outra.
Alvaro de Campos - Tabacaria

  


Uma moda feroz esta que modela a mulher
Braços, coxas, seios em medidas vis
Onde esta o encanto da forma simples
Da exuberância feliz?
Regra tola que a todas rotulam em tabela e medidas com giz
Traduzindo beleza como medida de baixa circunferência e sem nenhum matiz.
Pobre de nós as cheinhas com grandes quadris
Rotuladas de gostosas em conversa infeliz
Que ao final  se obriga a perder um quilo
Para fazer parte do mundo se quer ser atriz.



 "Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade, Tudo está perdido mas existem possibilidades(...) 'Devemos flertar com o perigo Seguir nossos instintos primitivos Quem sabe não serão estes Nossos últimos momentos divertidos?'"
Renato Russo



A procura insana por perdão instantâneo,
Leva a mente humana a buscar consolo.
Frágil vítima então se torna,
Da loucura alheia em servidão febril.
Louve o correto admire o reto,
Faça suas palavras se fundirem com seus atos.
Busque a Deus dentro do bem.
Caminho fácil para ninguém vem
Sem o preço de perder a inocência
E se encontrar na sombra da ignorância de alguém. 



Tantas fragrâncias se arquivam em minha lembrança. Cheiros e emoções se conectam e remetem a viagens pela memória.
Nosso cérebro esta máquina maravilhosa, através do sistema límbico e se associa a memória recente e as emoções, nos capacita a perceber o mundo através das sensações. E o olfato é vinte mil vezes mais potente que o paladar.
 Pesquisadores acreditam que os humanos podem discriminar dez mil ou mais odorantes. Mas como o nosso olfato pode detectar um número tão grande de moléculas de cheiro? E como o nosso cérebro pode traduzi-las em uma enorme variedade de percepções diferentes? Ainda não temos todas as respostas, mas com certeza sabemos que o odor modifica emoções, pensamentos e comportamentos.
Cerque então sua vida de aromas de saúde.
7 essências milagrosas e seus benefícios

1. Lavanda (relaxamento)

Ajuda a relaxar, combate a insônia e alivia o estresse. 
Modo de usar: Antes de dormir, prepare um escalda-pés com algumas gotas do óleo essencial.

2. Alecrim (alegria)
Melhora a memória e é um antidepressivo natural. 
Modo de usar: Pingue em um difusor algumas gotas de óleo essencial (encontrado em lojas de produtos naturais) e relaxe. 

3. Citronela (criatividade)
É um estimulante mental, que desperta a imaginação.
Modo de usar: Quando precisar de ânimo, acenda um incenso de citronela e deixe-o queimar até o fim. 

4.  Ilangue-ilangue (sensualidade)
É um aroma afrodisíaco, bom para ser usado a dois!
Modo de usar: Pintou um clima entre você e seu parceiro? Massageie-o com o óleo de ilangue-ilangue e deixe a sensualidade aflorar. 

5. Hortelã (clareza)
Diminui dores de cabeça e clareia os pensamentos.
Modo de usar: Ferva as folhas e inale o vapor por uns minutos. Depois, deixe o cheiro se espalhar pela casa. 

6. Cedro (tranquilidade) 
Usada para aliviar vários problemas respiratórios.
Modo de usar: Coloque gotas do óleo em folhas secas e envolva-as em tecido. Deixe o sachê em um ambiente pequeno, para perfumar.

7. Cânfora (frescor) 
A essência é refrescante, indicada para casos de resfriado e reumatismo. Também encontrada na composição de muitos cremes faciais, a cânfora ajuda a controlar a oleosidade da pele, mantendo-a hidratada, mas sequinha.
Modo de usar: Nos casos de resfriado e reumatismo, coloque a essência em um difusor. Para a pele, faça uma massagem facial com o óleo e enxágue com água fria em seguida. É um bálsamo!



 Bons sonhos!



quarta-feira, 21 de março de 2012

Muitas idéias, muitas coisas muitas pessoas.



O ser humano luta diariamente contra os limites angustiantes dos poderes da razão. Onde segundo Fanelon "...é dado o sentido do tempo, do visível, do invisível, do sagrado, do profano, do prazer, do desejo, da beleza e da feíura, da bondade e da maldade, da justiça e da injustiça."
Com tal panorama, mesmo na loucura da busca pela fartura, a alma busca ansiosamente pela calma encontrada no direito de escolha. Livre arbítrio de viver sem a pressão do markting do sucesso a toda custa, valorando pequenos ganhos com lisura e honradez, valorando o simples por sua singelez. 









Pretendo ser singelo um dia. Sim, admito sinceridade ter.
Mas como ser singelo, se minha'lma não permite ser.

Me desloco na virada de meus pensamentos
naquele canto que so eu sei encontrar
me visto de preto azulado, calado
assim pretendo ficar

Se sonho, quando choro
ou se choro, quando sonho
é porque meus desejos são secretos

Pretedo nem contar, pois já estão ai
quem quiser saber, sempre leia, entenderão
os desejos estão nas linhas,
e nas linhas eles ficarão.
(Dering)



Em toda parte tanta gente tenta
Abrigar-se a sombra de paredes rotas
Construíndo sonhos em vivendas ocas
Destruíndo almas em ambição louca.



Bem que se quis
Encontrar um canto sem canto
Onde o vizinho fosse o vento
E a única passagem a interior

Só então se viu
Que solidão, que vazio
A sanidade por um fio
Que o silêncio só aumenta a dor

Ao findar a busca
do isolamento a toda custa
Fica somente uma pista
Para viver não basta ser homem interior.
 



Nodosas mãos em tez trigueira
Faceiro riso com trocas ao pé da orelha
Longa vida povoada por lembranças
Tantos atos, tantos fatos, tantos contos
Mãe mocinha, vó matreira
Só o tempo a vós engana
Com sua vida semeaste outras tantas
Que hoje louvo teu gingar gracioso
Vó querida, vó Teresa.




Quando as borboletas começarem a partir é sinal que alguma coisa aconteceu… talvez os ventos… remoinhos…Talvez a chuva… tempestade.
 (Cícero Leitão)




A tua nudez inquieta-me.
Há dias em que a tua nudez
é como um barco subitamente entrado pela barra.
Como um temporal. Ou como
certas palavras ainda não inventadas,
certas posições na guitarra
que o tocador não conhecia.
A tua nudez inquieta-me. Abre o meu corpo
para um lado misterioso e frágil.
Distende o meu corpo. Depois encurta-o e tira-lhe
contorno, peso. Destrói o meu corpo.
A tua nudez é uma violência
suave, um campo batido pela brisa
no mês de Janeiro quando sobem as flores
pelo ventre da terra fecundada.
Eu desgraço-me, escrevo, faço coisas
com o vocabulário da tua nudez.
Tenho «um pensamento despido»;
maturação; altas combustões.
De mão dada contigo entro por mim dentro
como em outros tempos na piscina
os leprosos cheios de esperança.
E às vezes sucede que a tua nudez é um foguete
que lanço com mão tremente desastrada
para rebentar e encher a minha carne
de transparência.
Sete dias ao longo da semana,
trinta dias enquanto dura um mês
eu ando corajoso e sem disfarce,
ilumindo, certo, harmonioso.
E outras vezes sucede que estou: inquieto.
Frágil.
Violentado.
Para que eu me construa de novo
a tua nudez bascula-me os alicerces.
Fernando Assis Pacheco, in “A Musa Irregular”



Bons Sonhos!




segunda-feira, 19 de março de 2012

Cartas para Julieta


“Hoje, por indicação assisti a um filme chamado "Cartas para Julieta”. O filme é carregado de clichês, mas ele funciona. Como comédia romântica, você já sabe de o final da história... Bem, na verdade, sabe até mesmo o meio da história. O que diferencia cada filme é forma como a história é contada, o que no caso da telinha, envolve diversos fatores: capacidade artística do elenco, design de produção, fotografia  e montagem, trilha sonora, sonorização, etc. No caso de Cartas para Julieta, quase, todos esses elementos criaram um filme tranqüilo, bobinho e meloso, mas divertido de se assistir.
No filme conhecemos um local na Itália onde, mulheres de todo mundo escrevem cartas falando sobre suas tristezas, esperanças, expectativas ou apenas desabafam sobre seu coração partido e suas desilusões. As cartas eram deixadas em um muro e endereçadas para Julieta. Algumas mulheres, que se intitulavam secretárias de Julieta, respondiam as cartas. No filme as mazelas da vida sentimental são desabafadas e de certa forma se obtém certo consolo ao saber que alguém, mesmo que anônimo prestara realmente atenção e ficará sensibilizado com o sofrimento alheio.


                          



 "A dor é temporária. Ela pode durar um minuto, ou uma hora, ou um dia, ou um ano, mas finalmente ela acabará e alguma outra coisa tomará o seu lugar. Se eu paro, no entanto, ela dura para sempre."



O meu amor tem momentos de silêncio
E mãos delicadas de menina
E voa como o vento
Levando-me  onde a solidão termina



 

Me Beije e me sinta agora,
Pra descobrir se meu beijo tem sabor.
Só quem provou dessa boca,
Sabe o gosto e o sabor.

Inspire profundamente e devagarinho,
Pra sentir meu cheiro meu perfume
Só você como de costume,
E não esqueça o que, só a você pertence.

Viaje em meu corpo de mansinho
A cada vez com mais emoção,
Só você conhece o caminho
Que conquistou meu coração.




Menina que se senta ao luar
Ao consolo da brisa e do mar
Com cantigas de menina a esperar
Nem sabe o tormento que é o amar.




Como uma casa, em campina de luz
dentro de mim, eu sou assim.
 Como o vento, que com sussurros e encanto, sopra ai dentro.
 Dentro do  coração eu sopro amor e espalho muita cor!
Porque no fim, dentro de mim, eu sou assim.
 Apenas vento, que carrega flores, com tantas cores e odores,
Mas sempre vento.
Por isso, não pergunte por onde vou,
nem tampouco os caminhos que faço.
Confesso que nem mesmo eu sei... por onde vou.
Mas se um dia quiser me encontrar,
Abra as portas para o vento entrar
E só se preocupe em me amar.





"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca."
(Clarice L.)



 Bons sonhos!



sábado, 17 de março de 2012

Outono







"A liberdade de expressão é importantíssima, mas saber se expressar é algo sagrado."

Yuzo Ueti



E chega o Outono...

Um conto maturado

Amadureci. E assim permaneço.
É inevitável. Todos um dia caem do pé.
Situações muitas vezes vividas apenas por mim conduziram-me a este estágio.
Passos lentos onde parar não estava entre as escolhas.
Cai do pé, não mais que finalmente. Custou, doeu e segui. Precisava.
Era a latência da expressão Eu X Eu.
Sinto a serenidade desta maturação quando tomo conhecimento do que nunca foi quiçá uma hipótese se tratando justamente da verdade absoluta.
Excluindo a falsa modéstia raramente trajo a burrice, mas em dados momentos acontece. Acontecia.
Estar burra pesa, desgasta e cansa. Falo com a propriedade da palavra.
Certas situações não deixam dúvida onde despir-se desta veste ganha caráter de obrigação.
Verdades ditas da pior forma e geralmente quando menos esperamos faz com que minha parvoíce ganhe o peso de uma pluma onde muito facilmente a deixo espalhada pelo chão.
Maturar-se, fica a dica de maneira extremamente particular.
Simplesmente Outono.



RUAS DE OUTONO


Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar

Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto

Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar.

 (Ana Carolina / Antônio Villeroy)



A natureza nos permite refletir sobre os ciclos da vida. Nascer, crescer e fenescer. Como ela  devemos seguir o processo de evolução e acima de tudo lembrar, o que não se transforma se encontra estagnado.



Gosto daqueles dias de outono, quando esta frio, chuvoso e nublado. Fico dentro de casa confortavelmente pensando na vida. Adoro dias assim...Durante essa fração de tempo as coisas fluem com mais facilidade, pelo menos para mim. Consigo produzir mais, pensar mais e elaborar idéias completas, por isso sei que não sou uma pessoa do calor!
As noites são melhores, acolhedoras, convidam ao aconchego. Os lugares ficam com cara de casa, com cheirinho de conforto, de família.
Observamos então que os dias costumam ser nostálgicos, lembro-me da minha infância, do tempo de menina ao pé do fogo, sonhando com tantos castelos e pensamentos mágicos. Adoro o outono!




Bons Sonhos!


quinta-feira, 15 de março de 2012

Mulheres que amam!

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"Não voltaria no tempo para consertar meus erros, não voltaria para a inocência que eu tinha - e tenho ainda. Terei saudades da ingenuidade que nunca perdi? Não tenho saudades nem de um minuto atrás. Tudo o que eu fui prossegue em mim."
Martha Medeiros





Mulher fatal que não merece ir pro céu,
uma vilã de novela
devassa mas bela, tão pequena , tão estranha como arma o sorriso fatal que faz do amor jogo infernal.
KBB






Tento me  reconstruir todos os dias
Removo e acrescento partes de mim
Não me basto se não te satisfaço
Mas me dá tanto cansaço 
 Quando percebo que toda essa construção
Foi em vão e com você acabo sempre no chão.
KBB







Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.

Pablo Neruda