segunda-feira, 19 de março de 2012

Cartas para Julieta


“Hoje, por indicação assisti a um filme chamado "Cartas para Julieta”. O filme é carregado de clichês, mas ele funciona. Como comédia romântica, você já sabe de o final da história... Bem, na verdade, sabe até mesmo o meio da história. O que diferencia cada filme é forma como a história é contada, o que no caso da telinha, envolve diversos fatores: capacidade artística do elenco, design de produção, fotografia  e montagem, trilha sonora, sonorização, etc. No caso de Cartas para Julieta, quase, todos esses elementos criaram um filme tranqüilo, bobinho e meloso, mas divertido de se assistir.
No filme conhecemos um local na Itália onde, mulheres de todo mundo escrevem cartas falando sobre suas tristezas, esperanças, expectativas ou apenas desabafam sobre seu coração partido e suas desilusões. As cartas eram deixadas em um muro e endereçadas para Julieta. Algumas mulheres, que se intitulavam secretárias de Julieta, respondiam as cartas. No filme as mazelas da vida sentimental são desabafadas e de certa forma se obtém certo consolo ao saber que alguém, mesmo que anônimo prestara realmente atenção e ficará sensibilizado com o sofrimento alheio.


                          



 "A dor é temporária. Ela pode durar um minuto, ou uma hora, ou um dia, ou um ano, mas finalmente ela acabará e alguma outra coisa tomará o seu lugar. Se eu paro, no entanto, ela dura para sempre."



O meu amor tem momentos de silêncio
E mãos delicadas de menina
E voa como o vento
Levando-me  onde a solidão termina



 

Me Beije e me sinta agora,
Pra descobrir se meu beijo tem sabor.
Só quem provou dessa boca,
Sabe o gosto e o sabor.

Inspire profundamente e devagarinho,
Pra sentir meu cheiro meu perfume
Só você como de costume,
E não esqueça o que, só a você pertence.

Viaje em meu corpo de mansinho
A cada vez com mais emoção,
Só você conhece o caminho
Que conquistou meu coração.




Menina que se senta ao luar
Ao consolo da brisa e do mar
Com cantigas de menina a esperar
Nem sabe o tormento que é o amar.




Como uma casa, em campina de luz
dentro de mim, eu sou assim.
 Como o vento, que com sussurros e encanto, sopra ai dentro.
 Dentro do  coração eu sopro amor e espalho muita cor!
Porque no fim, dentro de mim, eu sou assim.
 Apenas vento, que carrega flores, com tantas cores e odores,
Mas sempre vento.
Por isso, não pergunte por onde vou,
nem tampouco os caminhos que faço.
Confesso que nem mesmo eu sei... por onde vou.
Mas se um dia quiser me encontrar,
Abra as portas para o vento entrar
E só se preocupe em me amar.





"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca."
(Clarice L.)



 Bons sonhos!



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