“Hoje, por indicação assisti a um filme chamado "Cartas para
Julieta”. O filme é carregado de clichês, mas ele funciona. Como comédia
romântica, você já sabe de o final da história... Bem, na verdade, sabe até
mesmo o meio da história. O que diferencia cada filme é forma como a história é
contada, o que no caso da telinha, envolve diversos fatores: capacidade
artística do elenco, design de produção, fotografia e montagem, trilha
sonora, sonorização, etc. No caso de Cartas para Julieta, quase, todos esses
elementos criaram um filme tranqüilo, bobinho e meloso, mas divertido de se
assistir.
No filme conhecemos um local na Itália onde, mulheres
de todo mundo escrevem cartas falando sobre suas tristezas, esperanças,
expectativas ou apenas desabafam sobre seu coração partido e suas desilusões.
As cartas eram deixadas em um muro e endereçadas para Julieta. Algumas
mulheres, que se intitulavam secretárias de Julieta, respondiam as cartas. No
filme as mazelas da vida sentimental são desabafadas e de certa forma se obtém
certo consolo ao saber que alguém, mesmo que anônimo prestara realmente atenção
e ficará sensibilizado com o sofrimento alheio.
"A
dor é temporária. Ela pode durar um minuto, ou uma hora, ou um dia, ou
um ano, mas finalmente ela acabará e alguma outra coisa tomará o seu
lugar. Se eu paro, no entanto, ela dura para sempre."
O meu amor tem momentos de silêncio
E mãos delicadas de menina
E mãos delicadas de menina
E voa como o vento
Levando-me onde a solidão termina
Levando-me onde a solidão termina
Me Beije e me
sinta agora,
Pra descobrir se meu beijo tem sabor.
Só quem provou dessa boca,
Sabe o gosto e o sabor.
Inspire profundamente e devagarinho,
Pra sentir meu cheiro meu perfume
Só você como de costume,
E não esqueça o que, só a você pertence.
Viaje em meu corpo de mansinho
A cada vez com mais emoção,
Só você conhece o caminho
Que conquistou meu coração.
Menina que
se senta ao luar
Ao consolo
da brisa e do mar
Com cantigas
de menina a esperar
Nem sabe o
tormento que é o amar.
Como uma
casa, em campina de luz
dentro de
mim, eu sou assim.
Como o vento, que com sussurros e encanto,
sopra ai dentro.
Dentro do coração eu sopro amor e espalho muita cor!
Porque no
fim, dentro de mim, eu sou assim.
Apenas vento, que carrega flores, com tantas
cores e odores,
Mas sempre
vento.
Por isso, não pergunte
por onde vou,
nem
tampouco os caminhos que faço.
Confesso
que nem mesmo eu sei... por onde vou.
Mas se um
dia quiser me encontrar,
Abra as
portas para o vento entrar
E só se
preocupe em me amar.
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca."
(Clarice L.)
Bons sonhos!






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