"A liberdade de expressão é importantíssima, mas saber se expressar é algo sagrado."
Yuzo Ueti
E chega o
Outono...
Um conto maturado
Amadureci. E assim permaneço.
É inevitável. Todos um dia caem do pé.
Situações muitas vezes vividas apenas por mim conduziram-me a este estágio.
Passos lentos onde parar não estava entre as escolhas.
Cai do pé, não mais que finalmente. Custou, doeu e segui. Precisava.
Era a latência da expressão Eu X Eu.
Sinto a serenidade desta maturação quando tomo conhecimento do que nunca foi quiçá uma hipótese se tratando justamente da verdade absoluta.
Excluindo a falsa modéstia raramente trajo a burrice, mas em dados momentos acontece. Acontecia.
Estar burra pesa, desgasta e cansa. Falo com a propriedade da palavra.
Certas situações não deixam dúvida onde despir-se desta veste ganha caráter de obrigação.
Verdades ditas da pior forma e geralmente quando menos esperamos faz com que minha parvoíce ganhe o peso de uma pluma onde muito facilmente a deixo espalhada pelo chão.
Maturar-se, fica a dica de maneira extremamente particular.
Simplesmente Outono.
RUAS DE OUTONO
Nas ruas de outono
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar.
Os meus passos vão ficar
E todo abandono que eu sentia vai passar
As folhas pelo chão
Que um dia o vento vai levar
Meus olhos só verão que tudo poderá mudar
Eu voltei por entre as flores da estrada
Pra dizer que sem você não há mais nada
Quero ter você bem mais que perto
Com você eu sinto o céu aberto
Daria pra escrever um livro
Se eu fosse contar
Tudo que passei antes de te encontrar
Pego sua mão e peço pra me escutar
Seu olhar me diz que você quer me acompanhar.
(Ana Carolina / Antônio Villeroy)
A natureza nos permite refletir sobre os ciclos da vida. Nascer, crescer e fenescer. Como ela devemos seguir o processo de evolução e acima de tudo lembrar, o que não se transforma se encontra estagnado.
Gosto daqueles dias de outono, quando esta frio,
chuvoso e nublado. Fico dentro de casa confortavelmente pensando na vida. Adoro
dias assim...Durante essa fração de tempo as coisas fluem com mais facilidade,
pelo menos para mim. Consigo produzir mais, pensar mais e elaborar idéias
completas, por isso sei que não sou uma pessoa do calor!
As noites são melhores, acolhedoras, convidam ao aconchego. Os lugares ficam com cara de casa, com cheirinho de conforto, de família.
Observamos então que os dias costumam ser nostálgicos, lembro-me da minha infância, do tempo de menina ao pé do fogo, sonhando com tantos castelos e pensamentos mágicos. Adoro o outono!
As noites são melhores, acolhedoras, convidam ao aconchego. Os lugares ficam com cara de casa, com cheirinho de conforto, de família.
Observamos então que os dias costumam ser nostálgicos, lembro-me da minha infância, do tempo de menina ao pé do fogo, sonhando com tantos castelos e pensamentos mágicos. Adoro o outono!






2 comentários:
Ah karla gostei muito das frases poéticas, da poesia das palavras, da suavidade das imagens. Muito bonito este cantinho, aconchegado com o calor da casa e as cores outonais.
bjs
Karla,
Só uma palavra para definir seu blog: sublime!!!
Esteja certa que passarei por aqui com muita frequência...
Bjks...
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